MAIS UMA HISTÓRIA DE PERSEVERANÇA

MAIS UMA HISTÓRIA DE PERSEVERANÇA

Li um artigo publicado em 2013 no site congressoemfoco.uol.com.br que fala de duas histórias de superação e perseverança. São pessoas normais, como eu e você, que resolveram estar determinadas a alcançar seus objetivos, seus sonhos, não importando as dificuldades enfrentadas. Eles estavam focados nos seus resultados e conseguiram.

Transcrevo abaixo parte das histórias desses homens perseverantes, com o intuito de motivá-lo a alcançar, a realizar seus projetos, observando que nada é fácil. Tudo o que fazemos exige um esforço, um trabalho, um estudo. Enfim, sucesso só vem antes do trabalho no dicionário.

“Beto Flash, carioca que, sem dúvida alguma, é o campeão mundial de aprovações em concursos públicos: ele passou em 35 dos 58 que prestou até hoje! É isto mesmo: são quase 60% de sucesso, índice do qual ele se orgulha muito, com justa razão. Não se conhece ninguém com desempenho sequer parecido. Flash – sobrenome que não é o verdadeiro, “por motivos de segurança”, segundo ele – já é servidor público do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro há seis anos, mas continua prestando concursos, pois sua meta ainda não foi atingida: a Procuradoria-Geral da República, PGR para os íntimos.”

“Ao contrário de muitos que só prestam concursos, eu estudei para todos os 58 prestados até hoje, em diversas áreas, e não me arrependo, pois acumulei muito conhecimento geral”.

No ano passado, Beto Flash se formou em direito, mas prefere não exercer a profissão de advogado. Assim como já não exerce nem a de jornalista, nem a de arquiteto, outras duas graduações que concluiu. Isso porque sua meta já está definida: “Agora vou me dedicar exclusivamente aos concursos jurídicos. Quero ser procurador da República”. O último concurso que Flash prestou, no mês passado, foi exatamente para esse cargo. Ele concorre a uma das 47 vagas ofertadas, com salário de R$ 24.057,33. Para ele, “é apenas uma questão de tempo; se não passar nesse, passo em outro [concurso]”.

“Fiz os 58 [concursos] porque gosto do conhecimento; eu preciso do conhecimento. Estudei para cada um deles. Adoro estudar, quero morrer estudando. Fiz concursos na área militar, jurídica, de saúde, ambiental, de exatas. Mas não para descobrir minha vocação. Eu sempre soube que, no final, eu ia acabar na área jurídica, que tem os melhores salários, as melhores carreiras. Eu ganhava mais como empresário do que hoje, como servidor público, mas acabava trabalhando para o hoje”.

O outro exemplo de superação e perseverança é sem dúvida o que vem a seguir:  “é um jovem morador de Sobradinho, de 34 anos de idade, que foi tema de uma bela reportagem do jornal Correio Braziliense. Ele é portador de uma doença rara nos ossos (osteogênese imperfeita) que já lhe custou ao longo da vida 301 fraturas. Pois vejam que nem mesmo a deformidade física congênita impede Alexandre Ferreira Abade de estudar, movimentando-se numa cadeira de rodas e usando um computador adaptado para suas condições. Graduado em administração e marketing, ele agora faz pós-graduação, dá palestras motivacionais e acaba de lançar o livro “Faça a diferença – começando a mudança em nós mesmos”, em parceria com a amiga Simone de Morais, também formada em administração.

Hoje ele até brinca com a situação: “Os médicos diziam que eu não passaria dos dois anos. Depois mudaram para 10, 12, 14. Fui sempre desafiando”. Creio que não é preciso acrescentar muito mais a essa história. Mas vale ressaltar que Alexandre sempre se destacou nos estudos e teve o apoio de colegas e professores: “Fazia provas orais e todos ajudavam a me incluir”, diz o rapaz, que tem apenas 1,20 m e pesa 30 kg. Sem dúvida, o corpo é frágil, mas a mente de Alexandre é brilhante. Ele é motivo de inspiração para todos, concurseiros ou não, e uma das maiores lições de vida que já conheci.

Fica a lição: tire proveito dos seus problemas e não se deixe abater por eles.

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